Saturday, December 18, 2010

23rd International Documentary Film Festival Amsterdam 17 / November 28, 2010
Premio de melhor Documentario Internacional no Festival de Filmes na Europa, IDFA

Nao e a primeira vez que um documentario com imagens de um celular ganha um premio no IDFA. Mas e a primeira vez de modo tao enfatico e de potencial estetico. O Alemao- Bulgario-Holandes visual artista Boris Gerrets, nao caiu na armadilha de regras dos filmes da internet que geralmente vimos.
Eu quero que a camera do celular seja levada a serio como camera de filme, A espontaneidade e derivada da imagem embassada, mas e uma situacao autentica. Primeiro eu nao estava contente com qualidade da imagem, so depois que eu comecei amar a imagem embassada e chuviscada. O celular abriu para mim um outro espaco de visao.
Gerrets usou o lema que ocorre em evento, porque e filmado. Sem a camera iria em uma outra direcao Mas a realidade da camera do celular parece ser menos importante no ataque do que uma camera normal. Gerrets notou quando estava filmando’ Pessoas que eu poderia ter sido ou talvez eu seja’, aonde ele filmou duas almas solitarias, o mendigo Steve e a imigrante Sandrine, e os seguiu na metropolis de Londres.
E um tipo de psycologia diferente, Um filme de 16mm tem tempo limitado para ser usado. No celular as vezes alguma coisa acontece e as vezes nao, Nao importa, porque basicamente voce pode continuar filmando. Isto da liberdade ao processo do filme de Gerrets ser mais informal e pessoal.
Voce por exemplo nao precisa contratos com pessoas para vir e filmar. E porque a camera e quase invisivel, torna o ambiente menos invasor.Steve e Sandrine falou que as vezes eles nem sabiam quando a camera estava ligada ou desligada.
Com o celular eu pude usar o modo intimo na comunicacao todos os dias.
A amizade entre Steve eu e Sandrine comecou e cresceu com o filme.

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